A agricultura frederiquense é orgulho para o Estado
Para se ressaltar a importância do fato, devemos lembrar que Frederico Westphalen não é uma potência nem econômica, nem populacional dentro do Rio Grande
O Alto Uruguai, através da jornalista Márcia Sarmento, destacou o ranking da agricultura do Município, figurando em 6º lugar. Tal fato deve ser celebrado por toda a comunidade e cumprimentar nossos agricultores. Os dados são fornecidos pela Secretaria da Fazenda e pelos demais órgãos correlatos que efetuaram o levantamento. Referem-se ao VAB (valor adicionado bruto agropecuário) dos produtos: soja, trigo, pecuária e leite. Para maior ilustração, vão aqui listados os Municípios, com o valor de cada um, pela ordem:
1º VACARIA – R$ 7, 2 bilhões
2º SANTA ROSA – 5,5 bilhões
3º PASSO FUNDO – 4,9 bilhões
4º CRUZ ALTA – 4,1 bilhões
5º ERECHIM – 3,5 bilhões
6º FREDERICO WESTPHALEN – 2,9 bilhões.
Para se ressaltar a importância do fato, devemos lembrar que Frederico Westphalen não é uma potência nem econômica, nem populacional dentro do Rio Grande. Em termos de habitantes, listarei os seis maiores, por ordem:
1º Porto Alegre – 1.335.000 habitantes
2º Caxias – 465.000 habitantes
3º Pelotas – 330.000 habitantes
4º Canoas – 325.000 habitantes
5º Santa Maria – 265.000 habitantes
6º Gravataí – 260.000 habitantes.
Frederico Westphalen figura na 67ª posição com 33.000 habitantes. Por isto que a produção agrícola local deve ser celebrada. Além de ser uma atividade nobre, pois alimenta o povo, gera emprego e renda. Vale lembrar a saudosa frase de Mons. Batistella: “cheiro de porco é cheiro de dinheiro”. É importante também lembrar as entidades que mexem com a agricultura, como Cooperativa, Emater, Bancos e nossa URI que forma profissionais nas áreas de Agronomia e Agropecuária. Não se pode esquecer o trabalho da Prefeitura, através do Prefeito Orlando Girardi, em garantir boas estradas na roça, porque o trânsito não pode obstaculizar o transporte da produção, já que o asfalto ainda é um sonho. Mas com o rolar dos anos, deveria ser uma prioridade para o Governo.
Muitas famílias de agricultores desviam a vocação agrícola dos seus filhos, por não verem nela uma profissão rentável. Todavia, este cenário, com o advento da tecnologia, está se modificando. O próprio Cristo, nas suas pregações, se proclamava colono, senhor da messe. São inúmeras as parábolas, usadas pelo Divino Mestre, relacionadas com o campo: a do vinhateiro, da terra árida, da figueira infrutífera, da mãe-choca que cuida dos pintinhos, do semeador, da ovelha perdida, do joio e do trigo, do grão de mostarda. Ousaria até, ao colocar o ponto final nesta coluna, afirmar que a profissão agrícola é a mais cristã!
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