Dr. Luis H. Marcon reforça qualificação com especialização no Hospital Israelita Albert Einstein
Formação em um dos principais centros de ensino do país fortalece atuação em medicina da dor, abordagem multidisciplinar e procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrassonografia
Resumo
Especialização concluída: Dr. Luis H. Marcon finalizou pós-graduação em Dor no Hospital Israelita Albert Einstein, ampliando sua qualificação em tratamentos da dor crônica.
Abordagem integrada: Tratamentos combinam medicamentos, procedimentos minimamente invasivos, fisioterapia, atividade física e acompanhamento multiprofissional.
Medicina intervencionista: Formação inclui técnicas guiadas por ultrassom, como bloqueios, infiltrações e radiofrequência, oferecendo alternativas à cirurgia.
Tecnologia e regeneração: IDor utiliza ultrassonografia em tempo real, terapia por ondas de choque e medicina regenerativa para aumentar a precisão e favorecer a recuperação dos pacientes.
A busca constante por tratamentos mais eficazes e menos invasivos para pacientes que convivem com dor crônica levou o médico intervencionista da dor Dr. Luis H. Marcon, do Instituto de Terapias Avançadas da Dor (IDor), de Frederico Westphalen, a ampliar sua formação em um dos mais respeitados centros de ensino em saúde do Brasil. Recentemente, o médico concluiu a pós-graduação em Dor pelo Centro de Educação e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, instituição reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência em assistência, ensino e pesquisa.
A especialização teve como foco o aperfeiçoamento do diagnóstico e do tratamento da dor aguda e crônica, abordando desde terapias farmacológicas modernas até estratégias intervencionistas e reabilitação multidisciplinar, sempre baseadas nas melhores evidências científicas disponíveis.
Segundo Dr. Luis H. Marcon, que também é especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, a formação proporcionou uma visão ainda mais ampla sobre o cuidado integral do paciente. "A pós-graduação permitiu aprofundar o conhecimento sobre o tratamento clínico da dor, uso racional de medicamentos, terapias intervencionistas e, principalmente, compreender que o controle da dor depende de uma abordagem integrada, individualizada e baseada em evidências", destaca.
Dor crônica exige tratamento além da medicação
A medicina da dor moderna compreende que a dor crônica é uma condição complexa, envolvendo fatores biológicos, emocionais e sociais. Por isso, o tratamento vai muito além da prescrição de medicamentos.
Na prática clínica, a abordagem adotada pelo médico reúne diferentes estratégias terapêuticas, como procedimentos minimamente invasivos, fisioterapia especializada, atividade física orientada, controle do sono, alimentação adequada, manejo do estresse, educação em dor e acompanhamento multiprofissional quando necessário.
– Quanto mais individualizado é o tratamento, maiores são as chances de reduzir a dor, recuperar a função e devolver qualidade de vida ao paciente – afirma.
Formação também contempla medicina intervencionista da dor
Antes da especialização no Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Luis H. Marcon concluiu pós-graduação em Medicina Intervencionista da Dor pela Faculdade SinPain, em Campinas (SP), instituição reconhecida nacionalmente na formação de médicos intervencionistas.
O curso foi coordenado pelo Dr. Charles de Oliveira Amaral, diretor científico da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), e teve como foco procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrassonografia.
Durante a formação, foram abordadas técnicas como bloqueios anestésicos, infiltrações articulares e periarticulares, radiofrequência pulsada e convencional, crioterapia, hidrodissecções, proloterapia, terapia por ondas de choque, procedimentos regenerativos autólogos (células tronco) e outras modalidades utilizadas no tratamento da dor musculoesquelética e neuropática.
A combinação das duas especializações permitiu integrar o conhecimento clínico com técnicas intervencionistas de alta precisão, oferecendo alternativas para pacientes que apresentam dor persistente, desejam evitar cirurgia ou não possuem indicação cirúrgica.
Alternativa entre o tratamento convencional e a cirurgia
Grande parte dos pacientes atendidos pelo especialista convive há meses ou anos com dores que limitam atividades simples do dia a dia, mesmo após tentativas de tratamento com medicamentos.
– Existe um grupo importante de pacientes que ainda não necessita de cirurgia ou que sequer possui indicação cirúrgica, mas também não melhora apenas com medicamentos. É justamente nesse intervalo que a medicina intervencionista oferece excelentes possibilidades terapêuticas – explica.
Idosos com artrose, pacientes com tendinopatias, lesões ligamentares, bursites, dor na coluna, ombros, quadris e joelhos estão entre os casos mais frequentes. Dependendo do diagnóstico, o objetivo pode ser controlar a dor, recuperar a função, retardar procedimentos cirúrgicos ou, em muitos casos, evitar a necessidade de cirurgia.
O que é dor crônica?
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), a dor é definida como "uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou semelhante àquela associada a dano tecidual real ou potencial". Considera-se dor crônica aquela que persiste ou recorre por mais de três meses, ultrapassando o tempo esperado para cicatrização dos tecidos.
Além da coluna vertebral, a dor crônica pode acometer joelhos, quadris, ombros, cotovelos, mãos, pés, músculos e neuropatias, sendo frequentemente acompanhada por alterações do sono, fadiga, ansiedade, depressão e redução importante da qualidade de vida.
Tecnologia auxilia no diagnóstico e aumenta a precisão dos tratamentos
Entre os diferenciais do consultório está a utilização de ultrassonografia musculoesquelética em tempo real durante a consulta. Além de auxiliar no diagnóstico de diversas doenças ortopédicas, o exame permite que infiltrações e bloqueios sejam realizados com elevada precisão, visualizando continuamente a posição da agulha e das estruturas anatômicas.
– A ultrassonografia permite identificar com maior precisão a origem da dor e direcionar o tratamento exatamente para a estrutura comprometida, aumentando a segurança e reduzindo a necessidade de procedimentos baseados apenas em referências anatômicas – explica o médico.
Outro recurso disponível é a terapia por ondas de choque, com tecnologia alemã, que é utilizada para estimular mecanismos biológicos relacionados à modulação da inflamação, aumento da vascularização, reparação tecidual e alívio da dor.
A técnica possui indicações respaldadas por literatura científica internacional em diversas tendinopatias, fasciíte plantar, epicondilite, calcificações do ombro, pseudartroses e algumas formas de artrose, dentre outras indicações.
Medicina regenerativa amplia as possibilidades terapêuticas
Outra área de atuação do IDor é a medicina regenerativa, conjunto de terapias biológicas que busca estimular os mecanismos naturais de reparo do organismo. Entre os procedimentos realizados estão o uso de concentrados autólogos obtidos da medula óssea e tecido adiposo, sempre indicados de forma individualizada conforme a condição clínica do paciente.
Essas terapias têm como objetivo modular processos inflamatórios, favorecer a regeneração dos tecidos, melhorar o ambiente biológico da articulação ou tendão lesionado e potencializar programas de reabilitação. Dr. Luis H. Marcon ressalta, entretanto, que esses procedimentos não representam uma solução isolada.
– Os melhores resultados acontecem quando associamos as terapias regenerativas à fisioterapia, fortalecimento muscular, controle do peso, alimentação adequada, sono de qualidade e mudanças no estilo de vida. A medicina regenerativa faz parte de um tratamento integrado e individualizado – finaliza.
Atendimento
O Instituto de Terapias Avançadas da Dor (IDor) está localizado na Rua Tenente Portela, nº 637, Centro, Frederico Westphalen (RS).
WhatsApp: (55) 99991-8844
Instagram: @drluismarcondor
Fonte: Jornal O Alto Uruguai