Edição Digital Terça, 14/07/2026 Ler agora
4307 - Terça
Referência em Medicina da Dor

Dr. Luis H. Marcon reforça qualificação com especialização no Hospital Israelita Albert Einstein

Formação em um dos principais centros de ensino do país fortalece atuação em medicina da dor, abordagem multidisciplinar e procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrassonografia

(Crédito; Arquivo Pessoal)
(Crédito; Arquivo Pessoal)
Resumo

Especialização concluída: Dr. Luis H. Marcon finalizou pós-graduação em Dor no Hospital Israelita Albert Einstein, ampliando sua qualificação em tratamentos da dor crônica.

Abordagem integrada: Tratamentos combinam medicamentos, procedimentos minimamente invasivos, fisioterapia, atividade física e acompanhamento multiprofissional.

Medicina intervencionista: Formação inclui técnicas guiadas por ultrassom, como bloqueios, infiltrações e radiofrequência, oferecendo alternativas à cirurgia.

Tecnologia e regeneração: IDor utiliza ultrassonografia em tempo real, terapia por ondas de choque e medicina regenerativa para aumentar a precisão e favorecer a recuperação dos pacientes.

A busca constante por tratamentos mais eficazes e menos invasivos para pacientes que convivem com dor crônica levou o médico intervencionista da dor Dr. Luis H. Marcon, do Instituto de Terapias Avançadas da Dor (IDor), de Frederico Westphalen, a ampliar sua formação em um dos mais respeitados centros de ensino em saúde do Brasil. Recentemente, o médico concluiu a pós-graduação em Dor pelo Centro de Educação e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, instituição reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência em assistência, ensino e pesquisa.

A especialização teve como foco o aperfeiçoamento do diagnóstico e do tratamento da dor aguda e crônica, abordando desde terapias farmacológicas modernas até estratégias intervencionistas e reabilitação multidisciplinar, sempre baseadas nas melhores evidências científicas disponíveis.

Segundo Dr. Luis H. Marcon, que também é especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, a formação proporcionou uma visão ainda mais ampla sobre o cuidado integral do paciente. "A pós-graduação permitiu aprofundar o conhecimento sobre o tratamento clínico da dor, uso racional de medicamentos, terapias intervencionistas e, principalmente, compreender que o controle da dor depende de uma abordagem integrada, individualizada e baseada em evidências", destaca.

Dor crônica exige tratamento além da medicação

A medicina da dor moderna compreende que a dor crônica é uma condição complexa, envolvendo fatores biológicos, emocionais e sociais. Por isso, o tratamento vai muito além da prescrição de medicamentos.

Na prática clínica, a abordagem adotada pelo médico reúne diferentes estratégias terapêuticas, como procedimentos minimamente invasivos, fisioterapia especializada, atividade física orientada, controle do sono, alimentação adequada, manejo do estresse, educação em dor e acompanhamento multiprofissional quando necessário.

– Quanto mais individualizado é o tratamento, maiores são as chances de reduzir a dor, recuperar a função e devolver qualidade de vida ao paciente – afirma.

Formação também contempla medicina intervencionista da dor

Antes da especialização no Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Luis H. Marcon concluiu pós-graduação em Medicina Intervencionista da Dor pela Faculdade SinPain, em Campinas (SP), instituição reconhecida nacionalmente na formação de médicos intervencionistas.

O curso foi coordenado pelo Dr. Charles de Oliveira Amaral, diretor científico da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), e teve como foco procedimentos minimamente invasivos guiados por ultrassonografia.

Durante a formação, foram abordadas técnicas como bloqueios anestésicos, infiltrações articulares e periarticulares, radiofrequência pulsada e convencional, crioterapia, hidrodissecções, proloterapia, terapia por ondas de choque, procedimentos regenerativos autólogos (células tronco) e outras modalidades utilizadas no tratamento da dor musculoesquelética e neuropática.

A combinação das duas especializações permitiu integrar o conhecimento clínico com técnicas intervencionistas de alta precisão, oferecendo alternativas para pacientes que apresentam dor persistente, desejam evitar cirurgia ou não possuem indicação cirúrgica.

Alternativa entre o tratamento convencional e a cirurgia

Grande parte dos pacientes atendidos pelo especialista convive há meses ou anos com dores que limitam atividades simples do dia a dia, mesmo após tentativas de tratamento com medicamentos.

– Existe um grupo importante de pacientes que ainda não necessita de cirurgia ou que sequer possui indicação cirúrgica, mas também não melhora apenas com medicamentos. É justamente nesse intervalo que a medicina intervencionista oferece excelentes possibilidades terapêuticas explica.

Idosos com artrose, pacientes com tendinopatias, lesões ligamentares, bursites, dor na coluna, ombros, quadris e joelhos estão entre os casos mais frequentes. Dependendo do diagnóstico, o objetivo pode ser controlar a dor, recuperar a função, retardar procedimentos cirúrgicos ou, em muitos casos, evitar a necessidade de cirurgia.

O que é dor crônica?

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), a dor é definida como "uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou semelhante àquela associada a dano tecidual real ou potencial". Considera-se dor crônica aquela que persiste ou recorre por mais de três meses, ultrapassando o tempo esperado para cicatrização dos tecidos.

Além da coluna vertebral, a dor crônica pode acometer joelhos, quadris, ombros, cotovelos, mãos, pés, músculos e neuropatias, sendo frequentemente acompanhada por alterações do sono, fadiga, ansiedade, depressão e redução importante da qualidade de vida.

Tecnologia auxilia no diagnóstico e aumenta a precisão dos tratamentos

Entre os diferenciais do consultório está a utilização de ultrassonografia musculoesquelética em tempo real durante a consulta. Além de auxiliar no diagnóstico de diversas doenças ortopédicas, o exame permite que infiltrações e bloqueios sejam realizados com elevada precisão, visualizando continuamente a posição da agulha e das estruturas anatômicas.

– A ultrassonografia permite identificar com maior precisão a origem da dor e direcionar o tratamento exatamente para a estrutura comprometida, aumentando a segurança e reduzindo a necessidade de procedimentos baseados apenas em referências anatômicas explica o médico.

Outro recurso disponível é a terapia por ondas de choque, com tecnologia alemã, que é utilizada para estimular mecanismos biológicos relacionados à modulação da inflamação, aumento da vascularização, reparação tecidual e alívio da dor.

A técnica possui indicações respaldadas por literatura científica internacional em diversas tendinopatias, fasciíte plantar, epicondilite, calcificações do ombro, pseudartroses e algumas formas de artrose, dentre outras indicações.

Medicina regenerativa amplia as possibilidades terapêuticas

Outra área de atuação do IDor é a medicina regenerativa, conjunto de terapias biológicas que busca estimular os mecanismos naturais de reparo do organismo. Entre os procedimentos realizados estão o uso de concentrados autólogos obtidos da medula óssea e tecido adiposo, sempre indicados de forma individualizada conforme a condição clínica do paciente.

Essas terapias têm como objetivo modular processos inflamatórios, favorecer a regeneração dos tecidos, melhorar o ambiente biológico da articulação ou tendão lesionado e potencializar programas de reabilitação. Dr. Luis H. Marcon ressalta, entretanto, que esses procedimentos não representam uma solução isolada.

– Os melhores resultados acontecem quando associamos as terapias regenerativas à fisioterapia, fortalecimento muscular, controle do peso, alimentação adequada, sono de qualidade e mudanças no estilo de vida. A medicina regenerativa faz parte de um tratamento integrado e individualizado – finaliza.

Atendimento

O Instituto de Terapias Avançadas da Dor (IDor) está localizado na Rua Tenente Portela, nº 637, Centro, Frederico Westphalen (RS).

WhatsApp: (55) 99991-8844

Instagram: @drluismarcondor

Fonte: Jornal O Alto Uruguai