MTX Construções esclarece pontos sobre a obra de ampliação da Hemodiálise e construção da Oncologia
Construtora afirma que executou a obra conforme o projeto original e esclarece que os apontamentos dizem respeito a adequações de projeto, sem comprometimento da estrutura da edificação
Resumo
- MTX nega problemas estruturais na ampliação do HDP.
- Construtora afirma que seguiu integralmente o projeto original.
- Pilar e escada seriam ajustes de projeto, não falhas na execução.
- Empresa esclarece mudanças ligadas à futura conexão entre os prédios.
O sócio-proprietário da A MTX Construções, Tiago Luza, manifestou-se sobre informações relacionadas à obra de ampliação do Hospital Divina Providência (HDP), em Frederico Westphalen, esclarecendo que a edificação não apresenta problemas estruturais. Segundo a empresa, a expressão pode gerar uma interpretação equivocada de que haveria comprometimento da estabilidade da construção, o que, conforme a construtora, não corresponde à realidade.
De acordo com a MTX, as situações mencionadas durante coletiva de imprensa realizada pela Administração Municipal de Frederico Westphalen, no último dia 10, referem-se à ausência de uma escada interna entre os pavimentos e à existência de um pilar posicionado na área prevista para uma ligação entre os prédios. A empresa ressalta que esses aspectos decorreram das definições do projeto original e não da execução da obra.
Luza explica que atuou exclusivamente como executora, seguindo integralmente o projeto fornecido pelos responsáveis técnicos. Ainda, conforme a empresa, o projeto foi elaborado por profissionais especializados em edificações hospitalares e aprovado pelos órgãos competentes, incluindo a Secretaria Estadual da Saúde e a Vigilância Sanitária.
Em relação ao pilar, a MTX afirma que, quando o projeto foi concebido, não estava prevista a interligação entre o prédio existente e a nova edificação. Posteriormente, com a decisão de criar essa conexão, tornou-se necessária uma adequação, situação que, segundo a empresa, já foi solucionada. A construtora destaca que essa alteração não caracteriza um problema estrutural, mas sim uma adaptação decorrente da evolução do projeto a pedido do contratante.
Luza também observa que o projeto inicial previa a implantação dos setores de hemodiálise e oncologia, mas que a atual administração do hospital estuda concentrar esforços na conclusão da hemodiálise, deixando a etapa da oncologia para um momento posterior, conforme disponibilidade de recursos.
Fonte: Jornal O Alto Uruguai