Filme “Pudim de Chuchu” será lançado nesta quinta-feira
O audiovisual foi realizado pela Apae em parceria com a UFSM, ambas de Frederico
Resumo
- Exibição: quinta-feira, 13, às 18h45min, no Cine Globo.
- Entrada: gratuita, com ingressos já distribuídos pela Apae.
- Produção: Apae de Frederico Westphalen em parceria com a UFSM/FW.
- Origem: oficinas de cinema e vídeo com usuários e estudantes da Apae.
- Equipe: direção e roteiro de Jeferson Candaten e direção de arte de Joel Guindani, com participação de profissionais voluntários.
- Tema: inclusão, diversidade, diferenças e valorização das singularidades.
- Objetivo: promover o protagonismo de pessoas com deficiência na produção artística e cultural.
- Mensagem: o filme representa o resultado de um processo coletivo de aprendizagem, criação e inclusão.
Depois de um processo construído por meio de oficinas, encontros e experiências compartilhadas, o filme “Pudim de Chuchu”, produzido pela Apae de Frederico Westphalen em parceria com a UFSM/FW, será exibido no Cine Globo, nesta quinta-feira, 13, às 18h45min. A sessão terá entrada gratuita, com ingressos já distribuídos pela Apae.
O projeto nasceu nas oficinas de cinema e vídeo, envolvendo usuários do Serviço de Proteção Social Especial, da área da saúde e estudantes da Apae. A iniciativa buscou aproximar os participantes da linguagem audiovisual, permitindo experiências diante e atrás das câmeras e fortalecendo o protagonismo de pessoas com deficiência na produção artística e cultural.
A produção é fruto da parceria com a UFSM/FW, por meio do professor doutor Joel Felipe Guindani, e reúne participantes da Apae e uma equipe de profissionais voluntários. A direção e o roteiro são de Jeferson Candaten, com direção de arte de Joel Guindani, além de profissionais responsáveis pela câmera, montagem, produção e tradução e interpretação em Libras.
O “Pudim de Chuchu” representa inclusão, expressão e protagonismo. O filme propõe reflexões sobre diversidade, diferenças e valorização das singularidades, levando ao público não apenas uma história, mas também o resultado de um processo coletivo de aprendizagem e criação. A exibição em agosto reforça ainda a importância da mobilização pelos direitos e pela inclusão das pessoas com deficiência.
Fonte: Jornal O Alto Uruguai