Egressos do curso de Direito da URI/FW conquistam aprovações em concursos públicos
Resultados envolvem nomeações em órgãos do Judiciário, segurança pública, Ministério Público e sistema financeiro entre 2025 e 2026
O curso de Direito da URI/FW registrou aprovações de egressos e acadêmicos em concursos públicos nas áreas jurídica, policial, administrativa e judiciária entre 2025 e 2026. Segundo a coordenação do curso, os resultados envolvem cargos em órgãos estaduais e federais, incluindo Ministério Público, tribunais, Polícia Penal, Brigada Militar e cartórios.
De acordo com o coordenador do curso, Pablo Caovilla Kuhnen, durante entrevista para o Jornal O Alto Uruguai na manhã dessa terça-feira, 12, a preparação para concursos começa desde os primeiros semestres da graduação, a partir do acompanhamento do perfil e dos objetivos dos estudantes.
“Muitos alunos ingressam no curso com o objetivo de seguir carreira jurídica por meio de concursos públicos. A URI acompanha esse processo desde o início da graduação, com atividades práticas e orientação acadêmica”, afirmou.
Aprovações em diferentes áreas
Conforme o coordenador, nos últimos dois anos mais de 20 estudantes e egressos obtiveram aprovação em concursos públicos. Entre os cargos conquistados estão procurador federal do trabalho, delegado de polícia, oficial de justiça, analista judiciário, técnico judiciário, policial penal e escriturário.
Entre os aprovados estão Marcos Antônio Reolon, procurador federal do trabalho do Ministério Público da União; Graziela da Silva, aprovada para a Polícia Penal e técnica judiciária auxiliar do Tribunal de Justiça de Santa Catarina; Marcelo Henrique Menegatti, técnico judiciário do TRT4; e Caroline Studzinski da Silva, aprovada para os cargos de analista judiciário e técnico judiciário do TRF4, além de oficial de Justiça no Rio Grande do Sul.
Também constam na relação Gabriel Cordenonsi, oficial de Justiça avaliador federal do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região; Gisela Santos, aprovada para a Polícia Penal de Santa Catarina; Camilo Coimbra, aprovado no concurso de cartórios do Estado de São Paulo; Paula Campagnolo, capitã da Brigada Militar; Brenda Lipnharski Yanicki, acadêmica aprovada para analista e técnica judiciária do TRF4; Henrique Pessotto, delegado de Polícia do Paraná; Anderson Buriol, escriturário do Banrisul; e Hilário Beilfuss, analista do Ministério Público do Rio Grande do Sul.
Formação acadêmica e prática jurídica
O professor Gustavo Buzatto afirmou que a instituição busca identificar, desde o início da graduação, as áreas de interesse dos estudantes.
“Nós procuramos conhecer os alunos, entender quais são as perspectivas profissionais e desenvolver o conteúdo acadêmico de acordo com essas expectativas, especialmente para quem pretende ingressar em carreiras públicas”, destacou.
Segundo Buzatto, o desempenho em concursos é resultado de fatores como dedicação dos estudantes, estrutura da universidade e qualificação do corpo docente.
“O concurso público é uma construção ao longo da graduação. Existe a participação do aluno, dos professores e da instituição nesse processo”, afirmou.
Kuhnen também ressaltou que o curso mantém atividades práticas e parcerias com órgãos de segurança pública e instituições do sistema de Justiça.
“Os estudantes têm contato com práticas em audiências, tribunal do júri, visitas técnicas e atividades em escritórios de prática jurídica, o que aproxima a teoria da realidade profissional”, disse.
Vestibular e trajetória do curso
O curso de Direito da URI/FW completa 33 anos de atuação e conta com escritórios de prática jurídica no município e em Palmeira das Missões.
Conforme a coordenação, as inscrições para o Vestibular de Inverno devem ser divulgadas nos próximos dias. A instituição informou que estudantes interessados podem participar de visitas e atividades de integração para conhecer a estrutura do curso.
“O curso oferece diferentes possibilidades de atuação profissional, tanto na advocacia quanto nas carreiras públicas. O Direito também contribui para a formação pessoal e para a compreensão das relações sociais e profissionais”, afirmou Buzatto.
Fonte: Jornal o Alto Uruguai