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Cultura

1ª Semana da África da UFSM/FW celebra a resiliência africana

Evento ocorre nos dias 25 e 27 na universidade com debates e atividades culturais

Créditos: Divulgação
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Em comemoração ao Dia da África, o campus da UFSM em Frederico Westphalen (UFSM/FW) promove a Semana da África, com o tema “Saberes e Culturas em Movimento”. As atividades acontecem nos dias 25 e 27, na Sala Multiuso do campus. A iniciativa reúne professores e estudantes africanos para refletir sobre os processos de independência da década de 1960 e conhecer a cultura africana. Além disso, falará sobre os encontros linguísticos que aproximam Brasil e África.

A Semana da África, celebrada em torno do dia 25 de maio, é um momento de exaltação à potência, à cultura e à resiliência dos povos africanos e seus descendentes. A data, estabelecida pela ONU em 1972, faz referência ao dia de criação da Organização da Unidade Africana, em 1963. No Brasil, essa celebração ganha um contorno reflexivo ao cruzar o calendário com o mês de maio, marcado pelo 13, data da assinatura da Lei Áurea. Embora a abolição formal tenha encerrado o regime escravocrata no Brasil, a conexão entre essas datas convida a olhar além do papel assinado em 1888. 

Confira a programação:

1ª Semana da África na UFSM/FW: Saberes e Culturas em Movimento

25/05 - Segunda-feira: 13h30min – 16 horas

Mesa-Redonda 1 - “Vozes da libertação: protagonismo africano nos processos de independência da década de 1960"

Palestrantes: Prof. Samba Sané (UERGS) e o estudante guineense Ijackna Indeque. 

Mediadora: Estudante guineense Emilita Laurindo Gomes

Mesa-Redonda 2 - Brasil e África: encontro linguístico

Palestrantes: Prof. César Augusto González (IFFAR/FW) e o estudante angolano Miguel Lombas

Mediadora: Estudante guineense Anaximandra Gomes.

27/05 - Quarta-feira  

12h30min - Momento Nostalgia - brincadeiras típicas africanas (na área externa)

13h30min - Apresentação cultural (Etnia Balanta)

14 horas - Oficina de lenços (turbantes), oficina de tranças e exposição de objetos e músicas africana

Fonte: Jornal O Alto Uruguai, com informações da Universidade Federal de Santa Maria