Liga das Nações Masculina começa hoje
Primeira semana do torneio ocorre em Brasília
Resumo
Faça um resumo em bullet points com foco em retenção:
- A Liga das Nações de Vôlei (VNL) masculina 2026 começa nesta quarta-feira, 10, em Brasília, com o Brasil estreando diante do Irã, às 20 horas, buscando aproveitar o fator casa.
- A competição serve como principal laboratório de Bernardinho para ajustar a equipe visando o Sul-Americano de setembro, que vale vaga nos Jogos Olímpicos de Londres-2028.
- Apesar de ser uma potência do vôlei, a seleção brasileira soma apenas dois pódios em sete edições da VNL: o título em 2021 e o terceiro lugar conquistado em 2025.
- Além do Irã, o Brasil enfrenta Bélgica, Sérvia e Argentina na primeira semana. Uma boa largada em Brasília é vista como fundamental antes das etapas na Eslovênia e nos Estados Unidos.
Começa hoje, 10, em Brasília, a VNL (Liga das Nações de Vôlei) masculina 2026. Buscando fazer valer o fator local, a seleção brasileira estreia contra o Irã, às 20 horas. A competição é o principal teste para que o treinador Bernardinho observe e ajuste a equipe visando o Sul-Americano, agendado para setembro deste ano, competição que dá vaga para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2028. Além dos iranianos, o Brasil também enfrenta nesta primeira semana a Bélgica, a Sérvia e a Argentina.
Apesar de ser historicamente uma das grandes potências do voleibol mundial, nossa seleção não tem bom retrospecto na VNL. Em sete participações, o Brasil acumula apenas duas presenças no pódio, tendo conquistado o título em 2021 e o 3º lugar no ano passado.
Depois de Brasília, a competição seguirá acontecendo por uma semana na Eslovênia e mais uma nos Estados Unidos. Portanto, é fundamental realizar uma boa largada jogando em casa.
Agenda brasileira na primeira semana
- Brasil x Irã - Quarta-feira, 10, às 20 horas
- Brasil x Bélgica - Quinta-feira, 11, às 20 horas
- Brasil x Sérvia - Sábado, 13, às 11 horas
- Brasil x Argentina - Domingo, 14, às 18 horas
Fonte: Jornal O Alto Uruguai, com informações do Correio do Povo