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Acidente na tirolesa

Perícia do IGP-RS apontou que Sandro Marcos da Silva, vítima de acidente em teste da tirolesa em Iraí, teria sofrido lesões graves no crânio e tórax

Publicado em 28/02/2020, última alteração em: 28/02/2020 17:30.

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As causas da morte de Sandro Marcos da Silva, empresário de 49 anos, ocorrida durante os testes da tirolesa de Iraí, em janeiro, receberam uma versão oficial nesta semana. Com a entrega do laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP-RS), a Polícia Civil (PC) divulgou o resultado da nova perícia do corpo de Silva.

O documento afirma que o catarinense, responsável pela instalação do equipamento e com vasta experiência na área, teria morrido por “politraumatismo com hemorragia”. A conclusão é resultado da análise do corpo de Silva, onde o IGP-RS atestou “traumatismo cranioencefálico grave com hemorragia intracraniana e trauma fechado de tórax com hemorragia e laceração de órgãos vitais”.

Conforme o delegado da PC de Iraí, Paulo Florentino Machado, “o laudo só comprova que a morte não foi por infarto e sim pelo impacto”. Ainda segundo Machado, o laudo técnico, que avaliou as condições da tirolesa e do equipamento usado por Silva, ainda está em análise e não foi finalizado.

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