Elizandro Giacomini

Exercer a profissão vai muito além do gostar, é preciso muito estudo, prática

Publicado em 31/03/2018, última alteração em: 03/04/2018 15:46.

Por: Suseli Cristo



Hoje em dia, ser fotógrafo tornou-se o sonho de muitas pessoas que se identificam com a possibilidade de expressar sua visão dos ambientes e pessoas, conhecer muitos lugares diferentes e serem reconhecidas pelo seu trabalho. Mas exercer a profissão vai muito além do gostar, é preciso muito estudo, prática, estar sempre em aprimoramento, como orienta o fotógrafo Elizandro Giacomini, de 40 anos, que há 25 anos faz das câmeras as suas parceiras diárias. “Em primeiro lugar é preciso estudar. Vejo todo mundo querendo ser fotógrafo, mas ser dono de uma câmera não te torna um fotógrafo, é como se você fosse dono de um fórmula 1, será que você é piloto por ser dono de um? E quando digo estudar, é estudar sempre mesmo, aprimorar o que já sabemos, procurar novas formas de fazer a fotografia acontecer, aí o amor pela fotografia só aumenta, porque o trabalho fica consistente”, destaca.

 

O começo

Não foi nada fácil, assim como tudo exige muito empenho, lá no início Elizandro não se acomodou e do seu trabalho de office boy, na extinta Foto Sayonara, do senhor Antonio Baroncello, a sua paixão pela fotografia foi despertando. “A satisfação de ver e rever as imagens é algo instigante e que faz com que eu queira fazer mais e melhor sempre. Assim foi lá no início e continua sendo até hoje”, diz.

 

Os trabalhos

Com uma carreira em constante aprendizado, uma carta de clientes consolidada e fazendo diariamente o que gosta, Elizandro trabalha com fotografias sociais, de família, arquitetura, publicitária e corporativa, e diz que cada trabalho tem sua importância. “Me sinto privilegiado por contar histórias com meu olhar, o afeto, o amor, momentos que vão ser vistos por gerações”, frisa o fotógrafo, que nasceu em Dom Pedrito, mas adotou Frederico Westphalen como sua terra.

 

Mudanças

No ano de 2011, Elizandro mudou-se para Chapecó com a esposa, Fernanda Deggerone, e foi na cidade catarinense que resolveu expandir seu trabalho e criar os filhos. “Escolhemos Chapecó por ser uma cidade de muitas oportunidades, grandes empresas. Fiz muitos clientes lá. Em 2016, decidimos morar no litoral, em Itapema, para ter um outro estilo de vida, mas infelizmente tivemos um problema grave de saúde com minha esposa, que veio a falecer, então optei por retornar a Frederico Westphalen com meus filhos”, conta Elizandro, que ainda divide seus trabalhos entre o RS e SC. “Atualmente, tenho uma sala anexa à Agência Ahazô, do jornalista Thiago Freitas, em Chapecó, onde atendo alguns dias da semana”, conta.

 

Projetos

Ainda tentando voltar à rotina depois de todas essas mudanças repentinas na sua vida, Elizandro pensa unicamente no bem-estar dos filhos, em dar a eles uma boa educação e muito amor. “Por enquanto vou ficar dividindo minhas tarefas entre Chapecó e FW. Não tenho grandes projetos para o momento, só quero poder trabalhar muito, pois a vida profissional está me ajudando a superar muita coisa, e quero dar todo o amor que os meus filhos merecem”, finaliza.

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