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Sílvia Inês Hartmann dos Santos

"Para mim, fazer trabalho voluntário é prazeroso, é uma das formas de retribuir o que alcançamos e as oportunidades que temos, ajudando mais pessoas"

SET

Publicado em 14/06/2019, última alteração em: 14/06/2019 23:08.

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Trabalho, família, casa, bem-estar. Hoje em dia, já é mais que comprovado que as mulheres, cada vez mais, estão superatarefadas, correndo contra o relógio para dar conta de tantos compromissos. Muitas, ainda, acrescentam – e por vontade própria – o trabalho voluntário na sua agenda de compromissos.

Sílvia Inês Hartmann dos Santos, que é natural de Ijuí, mas reside em Rodeio Bonito e trabalha em Frederico Westphalen, tem todas essas atribuições no seu cotidiano, inclusive o voluntariado, e neste ano ela recebeu o convite para presidir a Liga Rodeiense de Combate ao Câncer.

 

Trabalho voluntário

Sílvia sempre foi muito focada em aumentar seus conhecimentos e em seus objetivos. Aos 20 anos, formou-se farmacêutica bioquímica, fez pós-graduação em Farmacologia Aplicada e trabalhou por muitos anos em farmácia. Após alguns anos, determinada a buscar mais experiência, fez o concurso para a Secretaria Estadual de Saúde do RS, desde então, exerce a função de fiscal sanitária estadual. Entre outras atribuições, estão a fiscalização em hospitais, UTIs, agências transfusionais e laboratórios de análises clínicas, junto à equipe de Fiscais da 19ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS).

Apesar de toda a dedicação que a profissão exige, Silvia viu que o trabalho voluntário era uma forma de retribuir todas as suas conquistas nesses seus 36 anos de vida, se sensibilizando com as causas dos outros."Para mim, fazer trabalho voluntário é prazeroso, é uma das formas de retribuir o que alcançamos e as oportunidades que temos, ajudando mais pessoas", frisa Sílvia, que também divide o tempo dando carinho à filha, Carolina Hartmann Fredes, de nove anos.

E foi pela sua forma de trabalhar, sua dedicação e solidariedade ao próximo, que Silvia foi escolhida para estar à frente da Liga Rodeiense de Combate ao Câncer, a qual comandará até março de 2021.“Adoro desafios. Quando me comprometo com algo, me dedico a fazer o melhor que posso. Farei o possível para atender as expectativas, e o que torna isso possível é que conto com um grupo de voluntárias muito responsáveis e dinâmicas. O nosso trabalho em acontece de forma muito agradável", destaca.

 

Sobre a Liga

 A Liga Rodeiense de Combate ao Câncer, de Rodeio Bonito, “nasceu” em 2017, resultado do esforço e da paixão de pessoas que trabalham pelo bem-estar de quem está passando por dificuldades relacionadas ao câncer, além de auxiliar a comunidade no combate e na prevenção da doença. A organização, que é assistencial e sem fins lucrativos, tem como objetivos para essa gestão promover ações de conscientização para prevenção do câncer, implementar ações que auxiliem na detecção precoce do câncer, contribuir para o bem-estar dos pacientes assistidos e estimular a adesão ao tratamento. "A Liga tem 38 assistidos, mas a nossa intenção é atingir os 65 pacientes oncológicos cadastrados no município", comenta a presidente, lembrando que neste ano também iniciará o atendimento psicológico para os pacientes assistidos. “A psicóloga Ivanete Di Domênico se dispôs a atendê-los gratuitamente, além de fazer palestras e trabalhos em grupo", salienta.

 

Ações

Cada vez mais atuante em Rodeio Bonito, a Liga trabalha também focada em eventos para arrecadar verbas, já que a entidade se mantém com fundos provenientes de eventos realizados, doações e trabalho voluntário. Para esse semestre, entre outras ações, a entidade organizará um jantar-palestra com uma nutricionista e um geriatra; em comemoração ao Dia dos Pais, fará uma ação para sensibilização, semelhante à efetuada no Dia das Mães, em que a Liga distribuiu 800 cartões para os alunos colocarem o seu nome e o nome das mães e darem para elas, com a frase “Por me amar, cuide-se” e orientações. Ainda, a Liga continuará com um grupo de voluntárias fazendo visitas domiciliares e doações de cestas básicas; disponibilizará um assessor para informar e auxiliar os assistidos que necessitam adquirir seus benefícios; e atividades que visam reforçar a adesão ao tratamento.

– Na Liga, você faz o trabalho sem auferir resultados para si, mesmo assim ganha a satisfação de ajudar quem precisa e ainda aumenta seus conhecimentos, visto que é um trabalho cheio de aprendizados – finaliza Sílvia.

Texto: Suseli Cristo

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