Edição Digital Segunda, 17/08/2026 Ler agora
4336 - Segunda
Cooperativismo

Unicred Horizontes apresenta resultado superior a R$ 13 milhões e reforça retorno aos cooperados

Assembleia geral aprova distribuição de sobras e juros sobre o capital, evidenciando solidez financeira da cooperativa

(Foto: Divulgação Unicred)
(Foto: Divulgação Unicred)

A Unicred Horizontes realizou, na segunda-feira, 27, sua Assembleia Geral Ordinária no auditório do SESC, em Ijuí. Com unidades em Frederico Westphalen, Ijuí, Panambi e Três Passos, a entidade apresentou resultado superior a R$ 13 milhões no exercício de 2025. O encontro reafirmou os princípios do cooperativismo, com destaque para a transparência, a gestão participativa e o compromisso com o desenvolvimento sustentável.

No exercício de 2025, a cooperativa registrou sobras brutas de R$ 6.527.703,23, somadas a R$ 5.687.495,55 pagos a título de juros sobre o capital — o equivalente a uma remuneração de 12%. O total chega a R$ 12,2 milhões, refletindo equilíbrio na gestão e contribuição direta dos cooperados para o desempenho positivo da instituição.

Em relação às sobras líquidas, os cooperados aprovaram a distribuição de R$ 4.860.903,90, além de um ajuste positivo de transição vinculado à Resolução CMN nº 4.966, no valor de R$ 1.113.163,76. As deliberações reforçam a consistência financeira da cooperativa e sua adequação às exigências regulatórias do sistema financeiro.

De acordo com o presidente do Conselho de Administração, Samir El Ammar, os resultados refletem uma estratégia contínua de valorização dos cooperados.

“Estamos orgulhosos dos resultados alcançados em 2025. Buscamos constantemente formas de valorizar nosso quadro de cooperados, seja por meio da remuneração do capital social ou da distribuição dos resultados. É uma forma de reconhecer a confiança e a participação de todos, reforçando nosso propósito de ser uma instituição feita de pessoas para pessoas”, afirmou.

No modelo cooperativista, os aportes realizados no capital social permanecem como propriedade dos próprios associados, uma vez que a estrutura é formada pela participação coletiva. Diferentemente das instituições financeiras tradicionais, os resultados positivos não são concentrados, mas distribuídos entre os cooperados e reinvestidos conforme deliberação em assembleia.

Fonte: Jornal O Alto Uruguai, com informações de Unicred