Pardal registra nove denúncias eleitorais na região
No Rio Grande do Sul já são mais de 4,7 mil registros de irregularidades
Faltando cerca de 15 dias para as Eleições Municipais – que ocorrem no dia 6 de outubro –, o Pardal, sistema criado pela Justiça Eleitoral para receber denúncias acerca de irregularidades neste período, relacionadas à campanha eleitoral, já soma 45.370 denúncias em âmbito nacional. O número foi retirado na quinta-feira, 19, do segmento de estatísticas da ferramenta. Entre os Estados, São Paulo lidera o ranking das denúncias.
No Rio Grande do Sul, somavam-se 4.790 denúncias, sendo, a maior parte, relativa ao cargo de vereador, chegando a 3.074. Na sequência, as irregularidades denunciadas se referem aos partidos ou coligações, 1.081; prefeito, 616 e, por último, vice-prefeito, apenas 19. Um total de 9% das possíveis inconformidades denunciadas abrange problemas de propaganda na internet e o restante, 91% estão registradas como outro tipo de divergência nas ruas.
Cenário calmo na região
Na região de abrangência do jornal O Alto Uruguai, os números são modestos, o que mostra um cenário calmo, pelo menos até agora, na maioria dos 22 municípios. Até a quinta-feira, 19, apenas cinco cidades tinham denúncias cadastradas no Pardal, sendo Ametista do Sul e Frederico Westphalen, com três registros cada; Palmitinho, Planalto e Seberi, com apenas uma denúncia cada.
Sobre o Pardal
De acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de denúncias diárias no Pardal chega a 1.200. Para evitar acusações incorretas ou infundadas, o aplicativo fornece a descrição específica sobre o que pode e não pode com relação ao tópico em questão. Com base na avaliação da usuária ou do usuário, são oferecidas as opções “Prosseguir” ou “Encerrar”. Quem faz a denúncia é responsável por preencher os dados e anexar os arquivos sobre a irregularidade apontada.
Se a acusação estiver relacionada a casos de desinformação, a pessoa será direcionada para o Sistema de Alerta de Desinformação Eleitoral (Siade) e, se o assunto tratar de crime ou ilícito eleitoral, para o Ministério Público Eleitoral. O aplicativo Pardal pode ser baixado, gratuitamente, nas lojas de dispositivos móveis Google Play e App Store.
Fonte: Jornal O Alto Uruguai, com informações do TSE