Mais de sete mil veículos estão com o IPVA vencido na região
Números correspondem a 11,5% dos registros pagantes em 22 municípios da circulação do AU
Apesar do prazo para pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ter encerrado há mais de um mês (28 de junho), ainda há motoristas que estão circulando com o imposto atrasado. Entre os transtornos para quem for flagrado com o tributo vencido estão remoção do veículo, pagamento de serviços de guincho e do depósito do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS).
Além disso, segundo a Receita Estadual do RS, a inadimplência gera multa moratória de 0,334% do valor original, por dia de atraso, até o limite de 20%. Após o 60º dia do vencimento do imposto, o débito é inscrito em dívida ativa (DAT), momento em que são acrescidos mais 5%, totalizando 25% de multa moratória. Ainda, após a inscrição em dívida ativa o débito pode ser encaminhado ao cartório de protestos e aos serviços de proteção ao crédito, tais como Serasa, Boa Vista, entre outros, o que implicará nas despesas com os emolumentos (taxas) destas instituições.
Dados da região
De acordo com dados da 5ª Delegacia da Receita Estadual (5ª Defaz) de Passo Fundo, computados na semana passada, nos 22 municípios de circulação do jornal O Alto Uruguai, a frota de pagantes do IPVA é composta por 63.179 veículos, dos quais, 55.878 – o que corresponde a 88,4% – estão com o imposto em dia. Entretanto, 7.301 veículos – 11,5% – ainda não quitaram o tributo. No que se refere a valores, o total de veículos pagantes do IPVA soma R$ 78,4 milhões, ou seja, R$ 72,8 milhões (93%) já foram pagos e R$ 5,5 milhões (7%) ainda não foram acertados.
Pinhal é o município com o maior índice de pagamento do IPVA, chegando a 91,6% do total de pagantes, o que corresponde a R$ 1,2 milhão. Por outro lado, Palmeira das Missões é a cidade com maior inadimplência do tributo na região, chegando a 16,5%, o que equivale a R$ 1,9 milhão que ainda não foi pago.
*Matéria completa na edição impressa do jornal de sábado, 17.
Fonte: Jornal O Alto Uruguai