Edição Digital Sábado, 18/07/2026 Ler agora
4311 - Sábado
Agronegócio

Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro

Agricultores pedem que o Governo Federal adote medidas efetivas para auxiliar o setor gaúcho

Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro
Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro
Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro
Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro
Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro
Ato em Rio Pardo reúne milhares de produtores no movimento SOS Agro

Milhares de produtores rurais se reúnem, nesta sexta-feira, 19, em Rio Pardo, para exigir ações efetivas do governo federal em apoio ao setor após os eventos meteorológicos recentes, como a estiagem de 2023 e, em especial, as enchentes deste ano. O governador Eduardo Leite participou da mobilização cobrando medidas mais robustas por parte da União. 

Leite ressaltou que o Governo do Estado tem disponibilizado todo o suporte possível para os agricultores. “O agronegócio é a espinha dorsal da nossa economia. O governo do Estado tem feito o possível, e iremos anunciar novas medidas nesta semana, mas precisamos de mais apoio da União. A ajuda que vem do Governo Federal até o momento é insuficiente e está muito distante das necessidades do povo gaúcho”, afirmou o governador.

Leite destacou, ainda, que o Rio Grande do Sul arrecadou, no ano passado, R$ 107 bilhões em impostos federais. Do total, apenas R$ 50 bilhões retornaram ao Estado. O governador insistiu que o pacto federativo precisa funcionar na prática. “Apenas 20% de tudo que o governo federal anunciou chegou aos gaúchos e, grande parte, em linhas de crédito. Precisamos ser tratados de maneira compatível com a gravidade do momento e com o que entregamos ao Brasil”, destacou.

O evento é organizado pelo Movimento SOS Agro RS, que reúne produtores rurais em prol da agropecuária no Estado. Também participaram do ato, lideranças políticas e de entidades do setor. As principais demandas junto ao governo federal são a prorrogação das dívidas por 15 anos, com carência de três anos e juros de 3% ao ano; e crédito para reconstrução, reinvestimento e capital de giro nas propriedades.

Fonte: Jornal O Alto Uruguai, com informações da Secom RS