Raquel Brugnera
Raquel Brugnera

Jornalista (06634/SC); articulista, pós-graduanda em Estratégia Política e Marketing Eleitoral. 
Editora e colunista no Portal República, de Curitiba (PR).
Colunista do Jornal da Cidade Online e Burke Instituto Conservador.

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Agora é #DeusMeLivre!

Temos manifestações violentas das esquerdas em mais de 10 países com governos de direita e um deputado do PT já declarou que chegará no Brasil

Publicado em: 26/10/2019

Olá leitores do jornal O Alto Uruguai, minha missão desta semana não será fácil, porque meu papel é fazer um resumo político do último mês, imaginem que situação a minha... Bem, o que mudou desde nosso último encontro? 

Na esquerda? NADA! Continuam organizados enquanto resistência, usando vários nomes espalhados fora do país para descrever o governo Bolsonaro por suas óticas, ou seja, a pior possível e buscando apoios importantes na tentativa de reduzir Bolsonaro e, se possível, retirá-lo do poder antes de 2022. Conseguiram arrancar muitas matérias negativas ao governo brasileiro com os incêndios da Amazônia; artistas, políticos, ambientalistas e até a Igreja Católica se pronunciaram sobre o assunto. O governo rebate demonstrando dados que comprovam que o número de queimadas nunca foi tão baixo como hoje e as investigações desmascararam ações criminosas para incendiar determinados locais, justo na época em que Bolsonaro iria fazer seu primeiro discurso na ONU. Quanto ao discurso, foi firme e esclarecedor, como era esperado, ele falou das ONGs ambientais que estão descontentes com o corte de verbas e que poderiam estar envolvidas na onda de incêndios: a direita o chamou de “mito”, a esquerda o chamou de “burro”. O presidente da França interferiu, falou em internacionalização da Amazônia, membros do governo rebateram falando em soberania nacional e as coisas foram acalmando. Até que uma mancha de óleo surgiu no meio do mar, espalhando uma espécie de piche, foram feitas análises no óleo e encontraram o DNA do petróleo da Venezuela, nenhum artista, nem o papa, ou líderes mundiais se empenharam quanto no incêndio, só ambientalistas cobram mais agilidade do governo na solução do problema que já chegou às praias, aumentando ainda mais a teoria de que também tenha sido proposital.  

Agora vamos à direita, tá com tempo? Então senta... O PSL se dividiu declaradamente, são os bivaristas (apoiadores do presidente do partido Luciano Bivar) contra os bolsonaristas. 

Não é de hoje que a disputa interna acontece, já acompanho a situação e já fiz matérias sobre o tema, mas resumidamente é uma disputa territorial dentro da sigla para ver quem assume a liderança dos Estados, porque são elas quem decidem quais os municípios terão chapas do PSL para 2020 e quais nomes assumirão as chapas para prefeituras de grandes cidades.  

Por exemplo São Paulo, onde há nomes vaidosos como Joice Hasselman entrando em acordo com o ex-desafeto major Olímpio, acertando uma troca de apoios para Joice na prefeitura de SP e major no governo do Estado, embora ele não negue sua intenção de disputar a presidência, mas para isso, ele precisaria afastar da sigla a estrela do time, Bolsonaro, o que pelo visto está bem encaminhado.

Mas Eduardo Bolsonaro tem outros nomes para indicar e assumiu o diretório de São Paulo. 

A reação veio em forma de uma briga generalizada, que fez até a esquerda parar de tramar e sentar para assistir rindo descontroladamente. Até este exato momento, fim de tarde de segunda-feira, dia 21 de outubro, o delegado Waldir já foi retirado do cargo de líder do PSL na câmara, por duas vezes, e Eduardo assumiu, mas durante a tarde o grupo resolveu entregar outra lista com apoio de outro nome, dessa vez, um nome que tenha “consenso” (segundo eles), Joice Hasselmann! Sem contar que correndo por fora temos o DEM organizando uma fusão com os remanescentes do PSL bivaristas, capaz de formar o bloco mais poderoso da república, juntando as fortunas teriam o maior tempo de TV, maior fundo eleitoral, maior fundo partidário e uma das maiores bancadas com votos decisivos no congresso – para Rodrigo Maia (DEM), que defende o parlamentarismo, já é um grande passo.

Enquanto isso, as reformas paradas, o STF votando a prisão em segunda instância que pode liberar Lula e mais 190 mil presos, mas o Lula não quer mais sair da cadeia e Janja (quem é Janja?) – a nova noiva de Lula – está andando empoderada nos bastidores do PT organizando a militância. Ela escreveu em suas redes sociais: “Hoje vou dormir com o coração tranquilo e um orgulho enorme do meu bem!!!” – sobre Lula não querer migrar para o regime semiaberto.

É o fim do movimento #LulaLivre! 

Para fechar, temos manifestações violentas das esquerdas em mais de 10 países com governos de direita e um deputado do PT já declarou que chegará no Brasil. Agora é #DeusMeLivre! 

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