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9 - coronavírus
Lírio Zanchet
Lírio Zanchet

Professor aposentado e empresário.

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Após a pandemia, você vai voltar à igreja?

**Os textos de colunistas aqui publicados são de sua total responsabilidade e não refletem a opinião do jornal O Alto Uruguai.

Publicado em: 25/07/2020

Nestes dias de coronavírus, muitos terão se lembrado de Deus, implorando que nos libertasse do mal. Seguimos os protocolos, inclusive o que nos proibia de ir à Igreja, ao culto, à missa. Talvez a gente achou mais cômodo ficar em casa, assistindo pela televisão, ainda mais que nestes dias o frio nos fustigava. Quem sabe até a gente não ficou pensando que se poderia dispensar a Igreja. Que “assistir à missa e guardar o Dia Santo” não seja tão importante. Que se o governador nos desobriga do preceito, por que Deus há de nos coagir, de se intrometer em nossa vida?

Não sejamos tão pessimistas de imaginar que o cristão esqueceu os Dez Mandamentos. Em todo o caso, para maior segurança aos frívolos, vão aqui alguns depoimentos de autoridades, acima de qualquer suspeição, sobre a importância da Santa Missa. Você pode não gostar (ou até discordar) do bispo, do padre, do pastor, do catequista, da sua vizinha ‘basa banqui’, mas estas opiniões são inquestionáveis:

Atitude comportamental – Se quando ides à missa, pensásseis que ides ao Calvário assistir à morte do Redentor, que diria alguém que vos visse aí chegar numa atitude pouco modesta? Se Maria Madalena fosse ao Calvário vestida, como nos tempos de prostituta, não seria censurada!? E vós ides à Santa Missa como se fôsseis a uma festa mundana? Ir à missa é ir ao Calvário, assistir à morte de Jesus!

Cristo acalma a fúria do Pai – Contam que Afonso de Albuquerque, achando-se com sua frota em perigo de naufragar, teve uma inspiração: tomou uma criança, e elevando-a ao alto exclamou “Ó Senhor, por amor deste inocente, compadecei-vos dos culpados”. A oferta desta criança agradou tanto a Deus que ele acalmou o mar e devolveu a paz àqueles infelizes, gelados pelo temor da morte. Perante o sacrifício do seu Filho, na Santa Missa Deus Pai encobre sua cólera diante dos nossos pecados.

Santo Agostinho – “Se alguém assiste devotamente à santa missa, não cairá em pecado mortal, e os pecados veniais lhes serão perdoados”. E ainda dizia aos cristãos do seu tempo que “todos os passos que alguém dá para assistir à santa missa são contados por um anjo, e por eles Deus lhe concederá o prêmio na eternidade. O Anjo da Guarda fica feliz quando acompanha uma alma que vai à missa”.

Santo Afonso Maria de Ligório – “Sem a santa missa, a Terra já teria sido aniquilada, há muito tempo, por causa dos pecados dos homens”.

São Felipe Néri – “Com a oração pedimos mais graças a Deus, mas na santa missa obrigamos a Deus a no-las conceder”.

Santa Gertrudes – “Fica certo de que quem assiste devotamente à santa missa, eu lhe mandarei, nos últimos instantes de sua vida, tantos dos meus santos para confortá-lo e protegê-lo, quantas tiverem sido as missas por ele assistidas”.

Cura D’ars – “Todas as obras dos homens não têm o valor de uma única missa, porque as obras dos homens são deles próprios, enquanto a missa é obra de Deus”.

Resultado da festa de Santo Antônio – R$ 167 mil! Apesar das mensalidades da reforma da catedral, das “doações” do HDP, da estiagem, do dilúvio, da ameaça dos gafanhotos e da terrível Covid-19, o lucro foi espetacular. Ou o povo é muito generoso ou o padroeiro é muito forte.

 

 

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