Ivan Luiz Tasso
Ivan Luiz Tasso

Bacharel em Administração.

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Poetisa Clareci

A Bondade da Loucura – Uma homenagem às mulheres

Publicado em: 03/01/2019

A Bondade da Loucura – Uma homenagem às mulheres. Com esta publicação, Clareci Naria de Moraes iniciou sua carreira com livros impressos. Porém, aos 12 anos, já escrevia poesia, tendo como inspiração a vida. Gosta de ler Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Elias José, Erneste Emingwai, Mário Quintana, entre outros. O livro “O Profeta”, de Kalil Gibran, é um dos seus preferidos.

Para concluir um livro, pode demorar anos.  “Começa pelo desejo, a intenção; passa pelo encantamento, a preparação; os registros, a organização; o amadurecimento, a execução”.  

A escritora não tem decepções em sua carreira poética. “Escrevo porque escrever me faz feliz. Respeito e acolho o elogio e a crítica com a mesma gratidão. Não me preocupo com a qualidade pelo viés de outros entendimentos, cada um tem o seu. Não pretendo agradar, desejo esclarecer e tocar os que se abrem às possibilidades de minha poesia. As pessoas têm direito de opinar, e eu também. A questão é exercitar este direito à palavra com maturidade e humanidade”.

Também tem sua opinião sobre o incentivo – ou a falta dele – para com os poetas e escritores. “A questão é a sensibilidade. A capacidade de entendimento. O que é prioridade e de valor no momento evolutivo de cada um. Ninguém dá o que não tem. O jogo de interesses está sempre presente”.

Não se envolve em concursos ou competições literárias. “Sempre tem, mas não tenho participado. Penso que não cabe competição e meritocracia na escrita, se só o fato de escrever já   nos faz feliz, já nascemos escritores, e isso é tudo”.

Tem oito livros publicados; trabalha na elaboração de duas publicações: “A Palavra” e “Consciência – Verbetes e Provérbios. Tem muitos sonhos, um dos maiores é “concluir meu projeto de turismo rural, conjugando leitura, ecologia, sustentabilidade e evolução”.

Sua maior alegria como escritora é ter ouvido por muitas vezes que seus livros não param nas estantes da biblioteca. “Clareci, aprendi a gostar de poesia lendo seus livros e ouvindo-a declamar”.

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